México, Colômbia, Peru e Chile decidiram seguir um caminho mais curto…
Gabarito: B
A Aliança do Pacífico, criada em 2012 por México, Colômbia, Peru e Chile, representa uma vertente de integração regional na América Latina focada no livre-comércio e na inserção competitiva na economia global, especialmente voltada para a região da Ásia-Pacífico. Diferente de outros blocos que buscaram uma integração política ou social mais profunda em determinados períodos, a Aliança prioriza a redução de barreiras comerciais. O texto destaca a eliminação de tarifas aduaneiras em dos produtos, o que caracteriza a formação de uma Área de Livre Comércio. Esse movimento visa diminuir o Custo Brasil (ou o custo de produção local de cada membro), permitindo que as economias nacionais ganhem eficiência e possam competir de forma mais agressiva no mercado internacional.
Enunciado
México, Colômbia, Peru e Chile decidiram seguir um caminho mais curto para a integração regional. Os quatro países, em meados de 2012, criaram a Aliança do Pacífico e eliminaram, em 2013, as tarifas aduaneiras de 90% do total de produtos comercializados entre suas fronteiras. OLIVEIRA, E. Aliança do Pacífico se fortalece e Mercosul fica à sua sombra. O Globo, 24 fev. 2013 (adaptado). O acordo descrito no texto teve como objetivo econômico para os países-membros
Alternativas
- A)
promover a livre circulação de trabalhadores.
- B)
fomentar a competitividade no mercado externo.
Resposta correta - C)
restringir investimentos de empresas multinacionais.
- D)
adotar medidas cambiais para subsidiar o setor agrícola.
- E)
reduzir a fiscalização alfandegária para incentivar o consumo.
Resolução comentada
GABARITO: B
A Aliança do Pacífico, criada em 2012 por México, Colômbia, Peru e Chile, representa uma vertente de integração regional na América Latina focada no livre-comércio e na inserção competitiva na economia global, especialmente voltada para a região da Ásia-Pacífico. Diferente de outros blocos que buscaram uma integração política ou social mais profunda em determinados períodos, a Aliança prioriza a redução de barreiras comerciais. O texto destaca a eliminação de tarifas aduaneiras em dos produtos, o que caracteriza a formação de uma Área de Livre Comércio. Esse movimento visa diminuir o Custo Brasil (ou o custo de produção local de cada membro), permitindo que as economias nacionais ganhem eficiência e possam competir de forma mais agressiva no mercado internacional.
- Incorreta. O aluno eleva o grau de integração do bloco do nível (Área de Livre Comércio) para o nível (Mercado Comum). Por exemplo: o aluno realiza a operação lógica de que toda integração implica livre circulação de pessoas, confundindo a circulação de mercadorias com o fluxo migratório laboral, que exige harmonização de leis trabalhistas e previdenciárias não previstas no acordo citado.
- Correta. A redução de tarifas em elimina custos intermediários na cadeia produtiva entre os países-membros. Isso gera um ganho de escala e eficiência que permite ao bloco ofertar produtos a preços mais competitivos para parceiros externos, cumprindo o objetivo de fortalecer a presença econômica dos membros no comércio global.
- Incorreta. O aluno aplica um fator de inversão de sinal ao conceito de integração. Por exemplo: o aluno interpreta que a união regional serve para fechar o mercado interno contra capitais estrangeiros, quando a Aliança do Pacífico adota justamente a lógica oposta de atração de investimentos diretos estrangeiros (IDE) por meio da desregulamentação.
- Incorreta. O aluno substitui a variável de política comercial (tarifas) pela variável de política monetária (câmbio). Por exemplo: o aluno assume que de redução tarifária equivale a de subsídio estatal, ignorando que o acordo foca na eliminação de impostos de importação e não na manipulação cambial ou concessão de auxílios financeiros diretos ao setor agrícola.
- Incorreta. O aluno estabelece uma equivalência linear incorreta entre carga tributária e poder de polícia. Por exemplo: o aluno calcula que , confundindo a renúncia fiscal com a abolição da fiscalização sanitária e de segurança nas alfândegas, que permanecem necessárias para evitar o contrabando e proteger a saúde pública, independentemente da alíquota cobrada.